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sexta-feira, 14 de novembro de 2008

ROCKANDROLLA NA CAMA COM MADONNA




Seguindo a tese do “ladrão que rouba ladrão”, que nada tem a ver com a coligação de partidos políticos e absolvições de Comissão de ética do Senado, Guy Richie criou seu estilo único de fazer filmes bacanas. Em sua nova película "Rock'n'Rolla - A Grande Roubada", o diretor novamente explora os interesses contrariados de vários personagens do submundo, cujas histórias vivem se cruzando dentro de uma Londres repleta de sangue, adrenalina e muito rock and roll. A direção de Richie é moderna, dinâmica, ágil e extremamente inteligente, com diálogos espertos e situações engraçadas, enquanto vai pintando ao público as cenas que correm paralelamente à trama. Esta faceta fez com que a crítica mundial considerasse o diretor como uma das maiores apostas do mercado após o sucesso de seu divertido e interessante “Jogos, trapaças e dois canos fumegantes”, seguido por “Snatch – Porcos e Diamantes”. O ponto comum dos dois filmes é que neles não há mocinhos e os ladrões são atraentes, inteligentes e cultos, seja cultura Pop ou seja cultura clássica. A escorregada na promissora carreira de Richie foi o fracasso de seu filme “Destino Insólito”, junto de sua atual ex-esposa Madonna. Mas parece que o inglês se recuperou do trauma, agora com o lançamento do divertido Rock'n'Rolla, lançado às vésperas do seu divórcio conturbado com a cantora Pop, que daria um roteiro melhor do que o filme que fez com a ex. Desta vez, Guy se transformou num de seus personagens, usando toda vigarice possível para ganhar em cima de alguém poderoso(a). O mais interessante é que os roteiros de Richie tratam de pessoas que mesmo com todo poder do mundo são sugestionáveis e frágeis em alguns aspectos, e daí traídas por suas emoções, assim como uma certa cantora POP desejada por todos e execrada pelo diretor, que inclusive em declarações nada educadas para um londrino, afirmou que fazer sexo com Madonna era como abraçar um monte de cartilagem e que chegaram inclusive a ficar 18 meses sem sexo. Quer dizer, sem sexo entre eles evidente, pois seria impossível imaginar um diretor de sucesso, que Madonna divulgou para o mundo como o melhor homem que já teve na cama, ficar em estado celibatário. O mesmo diria, claro, da cantora sexy que já chocou Roma, brigou com Papa, lançou livro erótico, documentário falando sobre sua vida sexual, filmes onde mostrava-se nua fazendo sexo selvagem, entre outras facetas da não tão jovem, mas ainda bela loira, também ficar sem sexo.
O multibilionário Donald Trump, assim como os gangsters dos filmes de Richie subjulgou Madonna como sendo uma estúpida por não fazer acordo pré-nupcial com o ex e agora com a separação, ter que dividir sua fortuna, estimada em 500 milhões de dólares. Guy provou ser o melhor personagem de seus roteiros e sairá desta bem melhor do que entrou, já Madonna escreve mais uma linha em sua triste vida sentimental, onde entre seus amores, já foi espancada por Sean Pean, depois ignorada por Antonio Banderas, deixando claro que beleza, poder e fama podem não representar absolutamente nada, e que os homens inteligentes pouco se importam com máquinas de sexo e buscam uma mulher normal que apenas ame e seja amada, afinal Sean e Banderas estão bem casados até hoje por mais de uma década com suas respectivas esposas e Madonna, a Sexy Machine, a Hard Candy, passando por mais uma desilusão e provando ao mundo que sexo pode ser bom e acabar logo como uma música POP, mas o verdadeiro amor pode perdurar por longos e longos anos assim como um filme CULT. Desta vez a moça tão Erótica e tão esperta encerrará este filme iludida Like a Virgin.

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